A Elite: Demorou, mas me rendi ao Maxon no segundo livro da saga "A Seleção"

 A sequência de “A Seleção” é surpreendentemente boa, acho que até melhor que o primeiro livro. Durante a leitura, identifiquei aquele sentimento de que os capítulos eram leves e passavam rápidos demais porque estava muito imersa na história, o que é sempre bom e que também aconteceu com o primeiro.

Dessa vez, mais familiarizada com o universo que o livro se passa, a leitura pelo menos para mim, pareceu mais fluida.
Os acontecimentos no livro, o triângulo amoroso, Marlee, o Halloween, o fatídico capítulo das castas, o rei em si, os ataques dos rebeldes, todos me fizeram prender a respiração.
Nessa leitura, gostei mais da America do que no primeiro livro, confesso. E eu que era apaixonada por Aspen no primeiro, me vi um pouco desencantada com ele durante o segundo, depois das faíscas dos primeiros capítulos.


Maxon, no entanto, que em “A Seleção” não me cativou, nesse me cativou até demais. Na página 315, percebi que estava rendida. Acho que por nesse livro sentir que ele está mais humano. O interesse que surge nele por outras competidoras foi a virada de chave para mim. O vi como um personagem que tem seus conflitos, seus erros, acertos e sentimentos e não apenas um príncipe perfeito e entediante. Inclusive, até gosto de Kriss, mas meu coração apertou tanto por America e ele no final do livro que não tem como, fiquei rendida a ele e toda sua humanidade, traumas, coragem e acertos. Além do romance, claro.
Foi uma ótima leitura. Assim como o primeiro, termino sedenta pela sequência, mas provavelmente vou dar um tempo até ler “A Escolha”. Mas definitivamente continuarei lendo. Que universo cativante que esse livro tem!

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