"Os sete maridos de Evelyn Hugo" me levou aos prantos!

Quando comprei esse livro, sabia que ia gostar da leitura pela reputação que ele tem, mas definitivamente não esperava que tivesse o efeito que teve sobre mim.
Evelyn Hugo é um ícone da atuação, conhecida por seus filmes com papéis ousados, sua sensualidade e seus sete casamentos. Prestes a completar oitante anos, ela decide recrutar, com um motivo bem específico e até então secreto, a jornalista Monique Grant, para escrever sua biografia e contar toda a verdade sobre sua história.
A atriz é uma personagem e tanto. Poderosa, cativante, determinada… não consigo atribuir uma palavra negativa a essa personagem. Sua energia me cativou e me fez vibrar a cada página lida.
As notas da impressa que o livro tem, davam a sensação de ter o privilégio de saber o que era real e o que era mentira e me fez perguntar quantas vezes a gente assistiu uma história na impressa que não eram reais e tinha muito mais camadas.




Sua história de amor verdadeira, entre sete casamentos, me emocionou diversas vezes e me tirou o fôlego. Os bastidores da sua vida pessoal, era cômico, interessante, triste, bonito, cheio de reviravoltas, dramas, amizade e vulnerabilidades de uma forma espetacular.
Amei alguns personagens profundamente e a forma como a história é contada, em ordem cronológica dos sete casamentos e tudo por trás deles, é cativante demais.
Cedi aos encantos de Evelyn Hugo. O capítulo sobre Mick Riva para mim é sensacional. Encerra com uma das frases mais icônicas do livro.
E olha que eu sofri com a leitura. Sofri com Célia, com Harry, com Evelyn, com Monique… terminei o livro em prantos, de uma forma que não acontecia há tempos.
Mas também terminei com a sensação de que li algo mágico.
E isso faz a leitura valer a pena. Faz a leitura ser muito mais que especial.

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